Tema JRA: Biodiversidade e Floresta

Salvem-me

Salvem-me

Na linha de água um ganso-patola isolado, assustado e sem forças, quase pedindo ajuda, olhava as espantadas crianças e adultos que viam, pela primeira vez no mundo real, um ser maravilhoso que apenas alguns conheciam dos livros ou documentários. Este exemplar “morus bassanus” foi resgatado por alunos, professores e familiares durante uma ação do Clube do Ambiente/ Eco-escolas na Praia Velha, São Pedro de Moel -Limpeza de Praia e Coastwatch, no dia 28 de maio de 2022

Cavalos marinhos da Ria Formosa: que medidas de conservação exigem?

A exploração e a degradação marinha através da ação humana cada vez mais prejudicam os ecossistemas aquáticos, o que acarreta riscos a milhares de espécies que vivem no fundo do mar, como é o caso do cavalo-marinho.
Portugal, em particular a Ria Formosa, já foi uma das maiores comunidades de cavalos-marinhos na Europa, no entanto, tem-se assistido a uma diminuição significativa da sua população. A Ria Formosa abrigava, há cerca de 20 anos, aproximadamente dois milhões de cavalos-marinhos, hoje restam menos de 10%. É, por isso, urgente a sua conservação.

Cavalos marinhos da Ria Formosa:  que medidas de conservação exigem?

Cavalos marinhos da Ria Formosa: que medidas de conservação exigem?

A exploração e a degradação marinha através da ação humana cada vez mais prejudicam os ecossistemas aquáticos, o que acarreta riscos a milhares de espécies que vivem no fundo do mar, como é o caso do cavalo-marinho.
Portugal, em particular a Ria Formosa, já foi uma das maiores comunidades de cavalos-marinhos na Europa, no entanto, tem-se assistido a uma diminuição significativa da sua população. A Ria Formosa abrigava, há cerca de 20 anos, aproximadamente dois milhões de cavalos-marinhos, hoje restam menos de 10%. É, por isso, urgente a sua conservação.

Cavalos marinhos da Ria Formosa:  que medidas de conservação exigem?

Cavalos marinhos da Ria Formosa: que medidas de conservação exigem?

A exploração e a degradação marinha através da ação humana cada vez mais prejudicam os ecossistemas aquáticos, o que acarreta riscos a milhares de espécies que vivem no fundo do mar, como é o caso do cavalo-marinho.
Portugal, em particular a Ria Formosa, já foi uma das maiores comunidades de cavalos-marinhos na Europa, no entanto, tem-se assistido a uma diminuição significativa da sua população. A Ria Formosa abrigava, há cerca de 20 anos, aproximadamente dois milhões de cavalos-marinhos, hoje restam menos de 10%. É, por isso, urgente a sua conservação.