Consciência ambiental – Lanche, a quanto obrigas!
Mar14

Consciência ambiental – Lanche, a quanto obrigas!

A escola é uma comunidade grande onde todos os dias são produzidos vários litros de lixo – orgânico e inorgânico. Desde o ensino pré-escolar que as crianças são incentivadas e ensinadas a reduzir, reciclar e reutilizar. No entanto, estas boas práticas nem sempre alcançam os seus objetivos.

Saber mais
A “pele” do século XXI
Feb2

A “pele” do século XXI

  Com certeza já ouviu falar de tofu, seitan, e de Muskin, já ouviu? A empresa italiana, Grado Zero Space desenvolveu recentemente um couro vegetal 100% biodegradável, mais uma alternativa aos produtos de origem animal, como os referidos anteriorm …

Saber mais
Dia Eco-Escolas na Escola Profissional Amar Terra Verde
Jan31

Dia Eco-Escolas na Escola Profissional Amar Terra Verde

A Escola Profissional Amar Terra Verde realizou o hastear da bandeira verde com a ilustre presença do Presidente da Associação Ambintalista Zero

Saber mais
Óleo de palma-desflorestação por produtos do quotidiano
Jan31

Óleo de palma-desflorestação por produtos do quotidiano

Florestas tropicais dão lugar a plantações de palmeiras para a produção do óleo vegetal mais barato e mais usado do mundo. Habitats e biodiversidade destruídos em função de produtos do dia a dia.

Saber mais
Promoção de uma Alimentação Saudável e Sustentável
Jan31

Promoção de uma Alimentação Saudável e Sustentável

Comemoração do dia da Alimentação na Escola Profissional Amar terra Verde, no dia 14 de outubro.

Saber mais
Apanha ilegal de amêijoas no Tejo
Jun15

Apanha ilegal de amêijoas no Tejo

Memória descritiva Ponta dos Corvos, Seixal. Durante o mês de maio foi possível encontrar dezenas de pessoas a entrar Rio Tejo adentro para apanhar bivalves que são vendidos a comerciantes. Um rendimento familiar extra mas um sério problema de saúde pública, devido à presença de níveis perigosos de toxinas ou de contaminação microbiológica. De acordo com o Instituto do Mar e da Atmosfera, a apanha de bivalves está proibida no estuário do Tejo, desde o dia 3 de maio. Já perto do final do mês, quando a maré baixa, dezenas de pessoas continuam a entrar pelo rio Tejo, como se pode observar na imagem, tirada na Ponta dos Corvos, no concelho do Seixal. Esta proibição deve-se à “presença de níveis de toxinas ou de contaminação microbiológica acima dos valores regulamentares”. Pás, sachos, ancinhos, enxadas são alguns dos instrumentos utilizados para retirar da vasa bivalves. Maria, que habita perto deste local, afirma que apanha sobretudo amêijoa-japonesa. Está sempre atenta à chegada das autoridades, pois sabe que a atividade é ilegal. Mas compensa, pois “é um rendimento extra para o orçamento familiar”. Nas margens há muitos comerciantes que procuram comprar a baixos preços estes bivalves introduzindo-os no mercado para consumo, o que pode levantar problemas a nível de saúde pública.

Saber mais